quarta-feira, 4 de novembro de 2009


Não é meu aniversario de vinte e cinco anos. Falta pouquissimo para o de 26. Mutas coisas ja vividas, na sua maioria desnecessarias. Como por exemplo as reclamaçoes da minha mãe, o modo de viver do meu pai, e minhas andanças no mundinho mediano da minha cidade. Um mundo habitado por figuras extremamente complexadas, intensas e de um gosto por roupas exoticas, feias.

Dificilmente se ver uma garota linda. Tinha umas ensaiadas, mas que no decorrer da passarela, ficava visivel a farsa. Mas eu não culpo as coitadas, pelomenos elas são bem servidas de garotos deliciosos, ufa!

Sempre se tem a oportunidade de experimentar um deles.

Mas o motivo desse post mesmo é sério. Depois de um session calma e andarilha, eu e nelinha tivemos uma conversa reveladora. Seria sobre mim? Sobre ela? Seria sobre nos!

Sobre a hora de saber crescer, de conseguir, de não tentar. Sobre valores, controvérsias e pequenas certezas. O orgulho que não damos, não sentimos ou sabemos se precisamos mesmo.

Sobre essas certezas compradas, sobre a certeza que eu não possuo, e nem quero.

Quero precisar de mais abertura, de mais convicção e sentimento de fé. Uma fé possivel, não aquela forçada de um sorriso firme, um aperto de mão excessivo. Esses tipo de firmamento geralmante pesa! E ao invés de aliviar, de acolher e assumir que amor estar acima de tudo. Te leva pro abismo. E é assim que eu me sinto aqui, jogado no abismo. Com criaturas péssimas e situações viciantes que causam um pouco de prazer.