ando parado confuso perdido sem rumo.
ando querendo fazendo encostando no muro.
perto daqui, dali, talvez, alguem possa me ver olhando.
todas as vezes eu simplesmente deixo.
deixo acontecer, não costumo pegar fila, ando sempre na mesma mão. na outra mão. eu ando.
ando querendo entender a solidão, ando querendo desbravar as matas fechadas da minha mente. se em algum lugar, tiver um ponto de resposta, eu vou.
